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Senhor,
Fazei de mim, não apenas um eco-chato, mas dê-me a força para fazer algo de bom para o planeta. Que o equilíbrio medeie nossas ações e nossas relações. Não me transforme num super-herói, nem num exemplo. Que eu seja apenas um entre muitos a semear a biodiversidade, a cultivar a sustentabilidade e praticar a cultura de paz.
Se o aquecimento é global, conceda-me uma planta para plantar, um jardim para cuidar, uma flor para distribuir. Enquanto há luz, forneça-me razões para economizar, brilho para inventar, saúde para criar.
Fazei-me de mim um instrumento de ação cotidiana.
Permita a todos o poder de fazer o bem. Que façamos nossas cisternas, arborizemos nossas praças e cuidemos dela. Consinta que zelemos por nossas ruas, nosso ar, nossos córregos e rios.
Senhor,
Escute nossas críticas, mas ouça nossas propostas.
Não deixe que a ociosidade penetre em nossos corações e não nos permita ser enganados. Que meus atos sejam políticos todos os dias em prol da sustentabilidade. Que eu seja mais humano, mais generoso. Que eu possa praticar o bem sem que seja por mera obrigação.
Que eu possa ver a beleza, onde hoje só enxergo a feiúra e a devastação.
Senhor,
Não deixai que o consumismo invada meu coração. Não deixai que o lixo invada nosso universo e muito menos nossa alma.
Que eu possa salvar apenas uma espécie no planeta: dessa forma já contribuirei com a diversidade. Que eu possa não apenas falar, mas agir. Que eu possa não apenas lamentar, mas propor: assim minha parte da Agenda 21 será cumprida. Que eu possa não apenas reclamar, mas trabalhar. Que eu possa a cada dia ajudar de forma proativa no desenvolvimento sustentável.
Dê-me forças para lutar sempre. Você perdoa, a natureza não.
Gilberto da Silva
A primeira é que eu fiquei pensando no colega de bar Geraldo. O boteco é o lugar onde ele fala alto e com muita “responsa”, mas em casa, coitado… Na frente de Irene, mulher ativa, independente e decidida, Geraldo afina. Com ela, Geraldo é sensível e incapaz de levantar a voz. Objetiva, na casa de Irene, Geraldo se “amoita”…
Já Manoel é um saudosista que vive do passado, das lembranças das suas farras do tempo de solteiro. A paixão por Odete já passou. Só sobraram restos…. E Odete deixa Manoel profundamente irritado. Até quando este casamento durará?
Marina começa a se destacar na profissão, superior completo, pós graduação e bom emprego. Marina está ganhando bem e divide o leite das crianças com José que sente-se estabilizado, bom emprego, bom salário, mas já começa a se irritar com a perda do papel principal dentro de casa. Sei lá…. Acho que José pode entrar em pânico profundo! Sorte dele que não tem uma rival e sim parceira. E que parceira!
Na casa de Haroldo e Luiza a coisa pega: as comparações e a competição entre ambos pode acabar mal. Haroldo quer ganhar mais que Luiza. Ocorre que a mulher está numa empresa em franco desenvolvimento e ocupa cargo de projeção. Este jogo não vai terminar em um a um…
Foi assim de casal em casal que Pedro apareceu nesta história. Casado com Maria Helena, o relacionamento está na berlinda. Pedro me lembra um sujeito que conheci na adolescência, mau humorado, irritado e que não consegue expressar seus sentimentos. Pedro está bloqueado e Maria Helena bronqueada…
Já Benito só quer trabalhar e deixa a mulher em casa cuidando dos filhos, se irrita quando a esposa quer falar sobre os problemas de escola do filho ou sobre a faxineira que não limpa direito a sala de estar. Deixa estar…Desse jeito Benito vai acabar só falando com o dinheiro.
Doni já confirmou: não vai casar. Quer mais aproveitar a vida e sai de fininho quando alguma mulher toca na palavra casamento e vamos tocando em frente! Doni quer sexo três vezes ao dia com três mulheres diferentes. Nada de viadagem, diz. Diferente de Onofre que aceitou bem o papel de “dono de casa”. Limpa, lava e leva os filhos para a escola numa boa: acompanha o desempenho escolar dos filhos. Mas a masculinidade continua ativa. Onofre nunca sentiu seu lado masculino ameaçado pelo lado feminino.
O B. M., bem, este cara está confuso. Seu relacionamento com M. foi terrível e ele passou a ter dúvidas sobre sua opção sexual. Ele ainda gosta de mulheres, mas começa a ter um comportamento “meio duvidoso” quando homens bonitos ou atraentes se aproximam. Onde chegará esta indefinição?
Bem, Cacilda foi incisiva comigo: o marido ideal é participativo e não compete com a mulher. O modelo tradicional de família está em evolução.
udo bem, a mulher evoluiu e o homem ainda enfrenta crise de identidade. Assim terminei meu papo com a Cacilda ciente de que o sucesso dela deixou muitos homens assustados. Ela sempre deixou claro que as mulheres não querem ocupar os espaços dos homens, pois a imagem do homem, da figura masculina é muito importante. Mas, debates à parte, do papo com Cacilda sobraram alguma lições:
A primeira é que eu fiquei pensando no Geraldo, colega de bar, lugar onde ele fala alto e com "responsa", mas em casa, coitado… Na frente de Irene, mulher ativa, independente e decidida, Geraldo afina. Com ela, Geraldo é sensível e incapaz de levantar a voz. Objetiva, na casa de Irene, Geraldo se "amoita"…
Já Manoel é um saudosista que vive do passado, das lembranças das suas farras de solteiro. A paixão do Odete já passou. Só sobraram restos…. E Odete deixa Manoel profundamente irritado. Até quando este casamento durará?
Marina começa a se destacar na profissão, superior completo, pós graduação e bom emprego. Marina está ganhando bem e divide o leite das crianças com José que sente-se estabilizado, bom emprego, bom salário, mas já começa a se irritar com a perda do papel principal dentro de casa. Sei lá…. Acho que José pode entrar em pânico profundo! Sorte dele que não tem uma rival e sim parceira. E que parceira!
Na casa de Haroldo e Luiza a coisa pega: as comparações e a competição entre ambos pode acabar mal. Haroldo quer ganhar mais que Luiza. Ocorre que a mulher está numa empresa em franco desenvolvimento e ocupa cargo de projeção. Este jogo não vai terminar em um a um…
Foi assim de casal em casal que Pedro apareceu nesta história: casado com Maria Helena, o relacionamento está na berlinda. Pedro me lembra um sujeito que conheci na adolescência, mau humorado e irritado que não consegue expressar seus sentimentos. Pedro está bloqueado e Maria Helena bronqueada…
Já Benito só quer trabalhar e deixa a mulher em casa cuidando dos filhos, se irrita quando a esposa quer falar sobre os problemas de escola do filho ou sobre a faxineira que não limpa direito a sala de estar. Deixa estar…
Desse jeito Benito vai acabar só falando com o dinheiro.
Doni já confirmou: não vai casar. Quer mais aproveitar a vida e sai de fininho quando alguma mulher toca na palavra casamento e vamos tocando em frente! Doni quer sexo três vezes ao dia com três mulheres diferentes. Nada de viadagem, diz. Diferente de Onofre que aceitou bem o papel de "dono de casa". Limpa, lava e leva os filhos para a escola numa boa: acompanha o desempenho escolar dos filhos. Mas a masculinidade continua ativa. Onofre nunca sentiu seu lado masculino ameaçado pelo lado feminino.
O B. M., bem, este cara está confuso. Seu relacionamento com M. foi terrível e ele passou a ter dúvidas sobre sua opção sexual. Ele ainda gosta de mulheres, mas começa a ter um comportamento "meio duvidoso" quando homens bonitos ou atraentes se aproximam. Onde chegará esta indefinição?
Bem, Cacilda foi incisiva comigo: o marido ideal é participativo e não compete com a mulher. O modelo tradicional de família está em evolução.
sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
Brilho ou Clarão do (no) Crepúsculo?
Instado a falar sobre "um filme da minha vida" lembrei de um filme pouco falado que ao assistir numa madrugada "global" foi traduzido como "O Último Clarão do Crespúsculo" e assim sempre lembrei deste filme até que na década de 1990 gravei em VHS após mais uma exibição "global". Na verdade o título em inglês é Twilight’s Last Gleaming e é encontrado disponível com o título O Último Brilho do Crepúsculo. O filme é um suspense estrelado por Burt Lancaster e com direção de Robert Aldrich, sobre um general que toma um silo de mísseis de ogivas nucleares (Silo 3) e ameaça lançá-los se o presidente dos EUA não fizer uma revelação pública sobre os objetivos secretos da guerra.
O general Lawrence Dell, interpretado por Burt Lancaster é marcado por suas experiências como prisioneiro da Guerra do Vietnã conflito que ele sempre se mostrou crítico e contrário. Dell, que se envolveu num homicídio culposo, é vítima de uma "armação" do exército que fez com que ele pegasse 30 anos por homicídio doloso, o que na prática seria uma prisão perpétua, assim ficariam livres dele de um sujeito crítico em seu meio. Lawrence Dell foge junto com mais três companheiros. Eles acabam detendo os seguranças que iam para o "Silo 3", perto de Montana, onde estão nove mísseis cheios de ogivas nucleares. Usando a identidade deles, Dell e seus camaradas assumem o controle da sala de lançamento. Dell jura disparar os mísseis a menos que o presidente dos Estados Unidos David Stevens (Charles Durning) não cumprir algumas exigências, sendo que a mais difícil de ser atendida é que o presidente faça uma declaração em cadeia nacional, dizendo que os americanos foram enganados sobre a guerra do Vietnã e quais são os verdadeiras razões do conflito.
É um filme intrigante, tenso e emocionante que ousa em época distante (1977) questionar a política externa dos EUA e mostrar tanto a fragilidade dos seres humanos como as entranhas do Poder. Aldrich deve ter pagado caro com tanta pretensão de apenas alguns anos após a divulgação dos papéis do Pentágono exigir que um presidente dos EUA pedisse desculpas pela Guerra ou os verdadeiros motivos dela… Ainda maos sobr eo efeito de um ato de "terrorismo"! Todos os elementos e traumas de uma pós Guerra está ali em cada cena do filme.
Se Jerry Goldsmith tivesse caprichado mais na trilha sonora….
Apesar do título do filme ser retirado do Hino Nacional Americano, sempre acreditei que o título do filme tinha a ver somente com a possibilidade (ou não) de uma Terceira Guerra Mundial mas ao refletir mais detalhadamente sobre a história e lembrar do Hino americano posso ousar tecer outras relações mais políticas e contundentes. Mas deixo para o leitor concluí-las ao ler o trecho abaixo e assistir ao filme seja ele o brilho ou clarão ou do ou no crepúsculo…
Oh, say, can you see, by the dawn’s early light
What so proudly we hailed at the twilight’s lasted gleaming?
Whose broad stripes and bright stars, through the perilous fight,
O ‘er the ramparts we watched, were so gallantly streaming.
And the rockets` red glare, the bombs bursting in air,
Gave proof through the night that our flag was still there.
Oh, say, does that star-spangled banner yet wave
O’er the land of the free and the home of the brave?
Ó, dizei, podeis ver, na primeira luz do amanhecer
O que saudamos, tão orgulhosamente, no último brilho do crepúsculo?
Cujas amplas faixas e brilhantes estrelas, durante a luta perigosa,
Sobre os baluartes assistimos, ondulando tão imponentemente?
E o clarão vermelho dos foguetes, as bombas estourando no ar,
Deu-nos prova, durante a noite, de que nossa bandeira ainda estava lá.
Ó, dizei, a bandeira estrelada ainda tremula
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes?
Roscoe Lee Browne (James Forrest)
Joseph Cotten (Arthur Renfrew)
Melvyn Douglas (Zachariah Guthrie)
Charles Durning (Presidente David Stevens)
Richard Jaeckel (Towne)
William Marshall (William Klinger)
Lionel Murton (O’Rourke)
Richard Widmark (General Martin MacKenzie)
Paul Winfield (Willis Powell)
Burt Young (Augie Garvas)
Charles Aidman (Bernstein)
Leif Erickson (Ralph Whittaker)
Charles McGraw (General Crane)
Roteiro:
Ronald M. Cohen E Edward Huebsch, Baseado Em Livro De Walter Wager
Estúdio:
Lorimar Productions / Geria Productions / Bavaria Atelier
Distribuição:
Allied Artists Pictures Corporation
Desenho de produção:
Rolf Zehetbauer
Fotografia:
Robert B. Hauser
Produção:
Merv Adelson
Edição:
Michael Luciano, Maury Winetrobe E William Martin
Direção de arte:
Werner Achmann
Figurino:
Thomas S. Dawson
Música:
Jerry Goldsmith
Exposição com mais de 60 obras
do artista plástico Gérard Fromanger poderá ser vista no CCBB, em
Brasília
Dentro das comemorações do Ano da França
no Brasil, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) homenageia a cultura
francesa através de um dos principais nomes da pintura contemporânea daquele
país. A Exposição Gérard Fromanger – A imaginação no Poder traz mais de 60
pinturas em óleo sobre tela e algumas serigrafias do artista plástico, e revela
toda a criatividade, engajamento e inovação que o tornaram um dos mais
importantes nomes da geração de artistas da tendência da Nova Figuração
Representativa, que despontou na Europa nos anos 1960, no rastro da cultura pop
americana.
A exposição conta ainda com um núcleo de retratos de
personalidades que ajudaram a repensar o século XX, na esteira do movimento de
contracultura dos anos 60, como Jean-Luc Godard, Felix Gattari e Michel
Foucault, todos amigos de Fromanger e cujo trabalho e convívio influenciaram a
obra do pintor.
Segundo o curador brasileiro da exposição, Wagner Barja,
a mostra tem o diferencial de ser permeada pelo pensamento filosófico
contemporâneo francês. “Fromanger é um artista que conviveu com ícones do
movimento de esquerda na França, envolvido com os principais intelectuais do
nosso tempo. Brasília está sendo contemplada com uma exposição ímpar, que prova
que a pintura não morreu, como gostam de afirmar alguns críticos”, afirma Barja.
Para o diretor de Relações Internacionais do Ministério da Cultura,
Marcelo Dantas, além da plasticidade da obra de Fromanger, a exposição traz
ainda um aspecto político e histórico muito importante. “Ela permitirá ao
público estabelecer relações entre a pintura do artista e as ideias que
culminaram nas manifestações de maio de 68, cujos desdobramentos chegaram ao
Brasil”.
Serviço:
Exposição
Gérard Fromanger – A imaginação no Poder
Local: Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB)
Abertura para convidados: 6 de setembro
Visitação: 8 de
setembro a 15 de novembro
Horário: de segunda a domingo, das 9h às
21h
Entrada franca
Os patrocinadores do Ano da França no
Brasil ( http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/)
são:
Comitê dos patrocinadores franceses:
Accor, Air France,
Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Câmara de Comércio França-Brasil,
Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSAPeugeot Citroën, Renault, Saint
-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Patrocinadores brasileiros:
Banco
Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa Econômica Federal, Centro Cultural
Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero,
Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Parceria e realização:
TV5,
Ubifrance, Aliança Francesa, CulturesFrance, Republique Française,TV Brasil,
Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Cultura, Governo Federal do
Brasil, SESC, SESC SP.
Informações para
jornalistas:
Assessoria do Ano da França no
Brasil: Entrelinhas Comunicação
Contatos: (11) 3066-7700 e
franca.br2009@entrelinhas.net
As fotos também estão disponíveis em
http://www.flickr.com/photos/francabr2009/e os vídeos, em
http://www.youtube.com/francabr2009
L’art contemporaine gagne
exposition dans l’Année de la France au
Brésil
L’Exposition avec plus de 50
oeuvres de l’artiste plastique Gérard Fromanger pourra être vue au CCBB, à
Brasília
Dans les célébrations de l’Année de la
France au Brésil, le Centre Culturel Banco do Brasil (CCBB) rend hommage à la
culture française à travers d’un des principales noms de la peinture
contemporaine de la France. L’Exposition Gérard Formanger – L’imagination au
Pouvoir rassemble plus de 60 peintures à huile sur écran et quelques
sérigraphies de l’artiste plastique et révèle toute la créativité, engagement et
innovation qui ont rendu Fromanger un des plus importants noms de la génération
d’artistes de la tendance de la Nouvelle Figuration Représentatif, qui a épointé
en Europe dans les années 1960, dans la voie de la culture pop américaine.
L’exposition a aussi un noyau de portraits de personnalités qu’ont aidé
à repenser le XXème siècle, dans le mouvement de contreculture des années 1960,
comme Jean-Luc Godard, Felix Gattari et Michel Foucault, touts amis de Fromanger
dont le travail et la convivialité ont influencé l’oeuvre du
peintre.
Selon le curateur brésilien, Wagner Barja, l’exposition a le
différentiel d’être influencé par la pensée philosophique contemporaine
française. « Fromanger est un artiste qu’a vécu avec des icônes du mouvement de
gauche dans la France, et qu’a aussi des relations avec les principales
intellectuels de notre temps. Brasília est envisagé avec une exposition
singulière, qui preuve que la peinture n’est pas morte, comme quelques critiques
disent », dit-il.
Pour le directeur de Relations Internationales du
Ministère de la Culture, Marcelo Dantas, outre la plasticité de l’oeuvre de
Fromanger, l’exposition apporte encore un aspect politique et historique très
important. « Elle permettra au public d’établir des relations entre la peinture
d’artiste et les idées qu’ont culminé dans les manifestations du mai 1968, dont
les répercussions sont arrivées au Brésil ».
Renseignements:
Exposition
Gérard Fromanger – L’Imagination au pouvoir
Lieu: Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB)
Ouverture pour invités: 6 septembre
Visitation: du 8
septembre au 15 novembre
Horaire: de lundi à dimanche, de 9h à 21h
Entrée
libre
Les mécènes de l´Année de la France au
Brésil (http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/)
sont:
Comité des mécènes français:
Accor, Air France, Alstom,
Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Câmara de ComércioFrança-Brasil, Dassault,
DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSA Peugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain,
Safran, Thales, Vallourec.
Comité des mécènes brésiliens:
Banco
Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa (Econômica Federal), Centro Cultural
Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero,
Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Operateurs et
partenaires:
TV5, Ubifrance, Aliança Francesa, Culturesfrance, Republique
Française, TVBrasil, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Cultura,
Governo Federal do Brasil, SESC, SESC SP.
Renseignements pour les
journalistes:
Ano da França no Brasil (L´Année de
la France au Brésil, França.Br): Agence de Presse Entrelinhas
Comunicação
Contacts: (55 11) 3066-7700 et
franca.br2009@entrelinhas.net
Les photos sont aussi disponibles à
http://www.flickr.com/photos/francabr2009/et les vidéos
àhttp://www.youtube.com/francabr2009
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